• PERFIL

    NOME:

    Leandro J Pena.

    IDADE:

    16

    O QUE PENSO:

    PENSO QUE CADA PESSOA DEVERIA SER O QUE ELA É DE VERDADE,SEM MEDO DE CRITICAS E OPINIÕES.


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    Histórico

    LAYOUT BY:

              LEANDRÃO

    Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009

    DICA DE GAME:

    Para os gamers de plantão viciados em lineage 2 ñ estarei postando nenhuma novidade mas mesmo assim:
    .



    O jogo é totalmente em 3D que permite riqueza de detalhes na caracterização dos personagens, também grandes construções arquitetônicas, imensos oceanos, lagos, quedas de água, cavernas, cadeias montanhosas e planícies, florestas e desertos, também é valido citar o design impressionante das armas. Um jogo de aventura e estratégia, permite combates entre jogadores em tempo real, chamados de PVP’s, e invasões a castelos para conquistar a posse e administração dos mesmos, quests para obtenção de status, premiações e acesso a lugares restritos, casamentos entre personagens, apostas em corridas e loterias, campeonatos como Seven Signs, participações nas olimpíadas onde nobres degladiam-se em combates dentro do Olympiad Stadium afim de tornar-se um herói. O jogo também possui uma trilha sonora que se altera dependendo da situação e em qual localidade do mapa o personagem se encontra. Os sons emitidos pelos personagens são de considerável relevância, muitos com grande fidelidade, a medida que o personagem evolui ele pode adquirir novas habilidades, através do uso de skills points (SP) em NPC’s encontrados pelas cidades e povoados, e têm sua perícia aprimorada, com isso pode-se usar novos equipamentos de acordo com seu nível que, nas versões mais atuais, já passa do 80. Após a criação da conta, o jogador deverá escolher a raça e a classe de seu personagem, que poderá ser lutador ou mago. Usando sistema de crônicas, é periodicamente atualizado e ajustado de maneira a se obter o maior equilíbrio possível dentro do universo virtual.


    Requisitos mínimos Processadores Intel ou AMD 800 Mhz;
    256 mb de RAM;
    8 GB de espaço livre em disco;
    Placa de vídeo Nvidia ou Geforce 2;
    DirectX 9.0;
    Placa de som 16-bit;
    internet com conexão banda larga



    ps:Vale a pena dedicar um pouco de seu tempo neste game,procure um serve free e brasileiro,ou crie um mas isso ja é outra história.

    10:34 AM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Naruto Filme 4: A Morte de Naruto


    PARA QUEM É FÃ DO MANGA

    -Sinopse:

    A muito tempo atras demônios tentaram destruir o mundo, mas falharam, mas alguem os libertou, e o objetivo deles e destruir o mundo, mas para salvar o mundo, o demônio precisa ser selado, e a única pessoa que pode fazer isso é Shion.

    Logo após ser liberado o exercito “fantasma” liderado pelo demônio ataca a vila dos espíritos, e muitas pessoas dão sua vida para salvar shion, logo em seguida Konoha é informada do caso, então Tsunade manda Naruto, Sakura, Rock Lee e Neji protegerem Shion e leva-la ao lugar certo para poder selar o demônio.

    Mas Shion tem a habilidade de prever a “morte” dos quem estão perto de si, e como ela tem essa habilidade, ela conseguiu prever a morte de naruto e contou a ele, mas mesmo ele sabendo que ia morrer, ele não saiu perto de Shion e fez de tudo para salva-la, ou seja, Uzumaki Naruto desafiou a “Morte”.


    CÓDIGO PARA O CINE TURBO :60647

    -Trailer:






    9:20 AM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

    10:37 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Domingo, Fevereiro 08, 2009

    OLA!!!!! HOJE ESTOU AQUI PARA DAR UMA SUPER DICA PARA QUEM GOSTA DE FILMES.
    É O CINETURBO 1.5
    NO QUAL VC FAZ O DOWLOAD DO PROGRAMA E ASISTE EM TEMPO REAL,COM UM SISTEMA DE BUFFER.


    AQUI ESTA O LINK DO SITE,BOM PROVEITO!!!!!!!!!

    http://cineturbo.com/filmes/duvidas

    11:02 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009

    Na minha opinião para quem gosta de games e tem um bom e velho ps2,é quase uma obrigação degustar cada minuto do game shadow of the colossus,eu particularmente já zerei três vezes,e jogaria muito mais pois o game te da varias sensasões inesplicaveis,também vc se sente uma pulga nas costas dos colossus.


    Veja mais infos:
    Uma experiência única de jogabilidade e batalhas épicas em um jogo que pode ser considerado uma obra de arte.

    Depois de alguns anos jogando vídeo-game, fica difícil encontrar jogos realmente surpreendentes. Com frequência encontramos jogos muito divertidos e que nos deixam impressionados com sua qualidade gráfica, sonora, etc. Como grande exemplo podemos citar os jogos de corrida, que desde o Enduro do Atari passam por reformulações constantes e atingiram atualmente o nível de simulação encontrado em jogos como Gran Turismo e Forza Motorsport. Porém, continuam sendo jogos de corrida. Ótimos jogos de corrida, mas dos quais cada jogador sabe o que esperar antes de jogá-los.
    Quando dizemos “surpreendente” falamos de jogos realmente novos, que introduzem temas ou maneiras de jogar nunca antes experimentadas. Shadow of the Colossus foi aclamado pela crítica à época de seu lançamento, e mais de um ano depois vemos como os elogios ainda são merecidos.

    Simplesmente não existe nenhum jogo que tenha oferecido uma experiência semelhante desde então, embora alguns jogos da nova geração de consoles (Wii, PS3 e Xbox 360) indiquem a possibilidade técnica de repetir a experiência. É realmente impressionante que Shadow of the Colossus tenha sido finalizado e lançado comercialmente, pois a idéia do jogo é tão ousada e absurdamente simples: um jogo sem história, sem motivos para derrotar os inimigos e com um personagem sem nome. Como poderia dar certo?

    Em busca do desconhecido

    O fato do herói nem mesmo ter um nome fortalece ainda mais a idéia de que esse jogo não é sobre encarnar um personagem. O personagem e seu cavalo são apenas os veículos para a experiência de jogo, para as sensações que o jogo desperta no jogador. Ao galopar pelo cenário – e o jogo só tem um cenário – a sensação é de extrema liberdade, pois você nunca vê ou imagina onde estão seus limites. Cada colosso deve ser procurado individualmente, tendo como pista apenas o brilho da sua espada contra o sol, que dá uma direção genérica de onde o próximo pode estar. A busca por vezes chega a ser cansativa, percorrendo grandes distâncias e passando por muitas mudanças no cenário.
    E qual o motivo pra enfrentar esses seres gigantescos e que podem esmagar seu personagem com apenas um pisão? O jogo não diz. Caso você consiga exterminar os dezesseis colossos existentes no jogo, talvez você consiga reviver uma personagem feminina, que permanece morta (?) em um altar durante sua jornada. O jogo não deixa claro quem é a mulher, nem qual a importância dela para o seu personagem. Mas como resistir à simplicidade da história? É tão ingênuo e singelo que você simplesmente tem que ir em busca dos colossos, para saber o que acontece.

    Uma espada, um arco, um colosso.

    Os colossos variam de tamanho, entre grande, enorme e... colossal. Quando seu personagem encontra o primeiro deles, você vividamente experimenta a sensação: como eu vou fazer pra derrubar esse bicho? Novamente, com a ajuda do brilho de sua espada, você deve encontrar pontos fracos na estrutura corporal do colosso, onde você enterrará sua espada inúmeras vezes, até derrubá-lo. Para piorar, muitas vezes os pontos são na cabeça, o que significa que você deve escalar até o ponto indicado. E é aí que está um dos pontos fortes do jogo.

    Cada inimigo tem seus próprios padrões de movimentação e ataque, requerendo observação e estudos prévios sobre como abordá-lo. Muitas vezes a solução inclui interação com o cenário, inclusive. Com a combinação certa de ações e fatores é possível fragilizar o monstro de alguma forma (colocando-o de joelhos, abrindo um caminho entre suas pernas, etc.), permitindo que você finalmente o aborde, normalmente na forma de uma escalada do seu corpo. Os colossos são sensíveis à sua escalada, e tentam chacoalhar você para fora, como se fosse uma pulga em um cachorro. Em vários momentos você não pode fazer nada além de se segurar firmemente e torcer para achar um ponto mais seguro antes que a sua stamina acabe.

    Os controles das ações quando montado nos colossos são muito bons; segurar e se movimentar são feito de maneira bastante simples, bem como a utilizaçao das duas únicas armas que o jogo oferece. É ótimo não precisar lutar contra o colosso e contra os controles ao mesmo tempo. Fora das situações de combate os controles são mais complexos. São dominados somente com alguma persistência, e mesmo então alguns controles nunca serão exatamente fáceis, como guiar seu cavalo, por exemplo (ele nunca vira do jeito esperado e às vezes pára sem você querer).

    Felizmente os esquemas mais complexos e menos responsivos recaem sobre partes tranquilas do jogo, onde você pode parar e pensar antes de realizar a ação. Ainda assim, eventualmente ocorrerão quedas de plataformas, requerendo que o personagem refaça caminhos longos. Frustrante na maior parte dos casos.

    Com exceção do sistema de controle, todo o resto do jogo segue a linha de “menos é mais”: você nunca terá que preocupar com levels do personagem, upgrade de armas, power-ups e outros itens comumente presentes em jogos, pois estes simplesmente não existem. Nem mesmo o mapa serve pra muita coisa, sendo apenas uma representação estilizada e minimamente detalhada do cenário. Shadow of the Colossus foi feito para ser jogado como uma experiência contínua, sem interrupções de manejo do recursos ou do personagem. Até mesmo os saves acontecem de forma automática, depois da derrota de cada inimigo, e de fato não são exigidos em nenhuma outra parte do jogo.

    8:34 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:


    "Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade." [ Charles Chaplin ]

    7:15 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:


    "O resto é silêncio." [ William Shakespeare ]

    9:43 AM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009

    Pra quem ñ conhece a letra de umas das banda raimundos:
    muito louca.
    Selim
    Raimundos



    Eu queria ser o banquinho da bicicleta
    Pra ficar bem no meio das pernas
    E sentir o seu anus suar
    Eu queria ser a calcinha daquela menina
    Pra ficar bem perto da vagina
    E as vezes ate me molhar
    Mas eu nao sei o que se passa nesta cabecinha
    E claro que era da minha
    Voce nao pode duvidar
    fica quieto
    Nao me deixe envergonhado
    Pois se eu ficar excitado
    Minha calça vai estourar.



    11:39 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:


    "As vezes poucas palavras bem colocadas,podem substituir grandes discursos"
    [MR:Leandrão]

    11:33 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Quarta-feira, Janeiro 07, 2009

    oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    11:03 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Terça-feira, Janeiro 06, 2009

    oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii eu te amooooooooooooooooooooo

    11:54 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Segunda-feira, Janeiro 05, 2009

    oii

    12:00 AM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Sexta-feira, Janeiro 02, 2009

    DICA DE GAME:

    GOD OF WAR 2





    Na vasta biblioteca de jogos para o PlayStation 2, "God of War", lançado em 2005, tem lugar de destaque, para dizer o mínimo. Ele é um dos melhores jogos de ação de sua geração, não apenas pelos combates que são uma montanha-russa de emoção, mas também pela produção excepcional e um enredo que bebe em fontes seguras - a mitologia grega, no caso. Assim, o personagem Kratos entra para o Olimpo dos videogames.

    Fazer a seqüência um game de tanto sucesso - ganhou diversos prêmios de "melhor do ano" em várias publicações - não é uma tarefa fácil, ainda quando há troca de comando. Mas Cory Balrog, que sucedeu Davir Jaffe na direção da continuação, não decepcionou. É verdade que as bases já estavam sólidas - e a originalidade não é exatamente o ponto forte do game - o que garantiu muito da qualidade, mas o estúdio de Santa Mônica da Sony conseguiu melhorar onde houve espaço para isso: pouco no que se refere à mecânica de jogo propriamente dita e surpreendentemente muito na escala dos cenários.

    Tragédia grega

    O estilo de "God of War II" é exatamente igual ao do primeiro. A essência são os combates - numerosos, variados, intensos e violentos -, mas também tem muito de exploração e um pouco de quebra-cabeça. Equilíbrio e ritmo são as palavras de ordem. O game nunca deixa a peteca cair e praticamente não há momento em que você sinta que não esteja progredindo.

    A história começa pouco tempo depois dos acontecimentos do primeiro episódio. Agora, Kratos é um deus, mas os poderes que ganhou em sua nova condição divina - nem a vingança contra o ex-deus da guerra Ares - não o livram do tormento de uma tragédia pessoal. Ele volta sua vida a comandar os exércitos de Esparta e conquistar cada vez mais regiões, e isso causou insatisfação de outras divindades, como Atena e o todo-poderoso Zeus, outrora aliados de Kratos.

    Mas, como em toda tragédia que se preze, o amargurado personagem sofre novas perdas: ele morre. Mas deuses não são imortais? Sim, mas se trata de uma morte no plano divino, ou seja, ele volta a sua origem de humano. Para reverter isso, explicam os novos aliados do ex-general, os titãs, é preciso reverter a providência celestial. E, felizmente, como se está falando de mitologia grega, isso é mais concreto que se possa imaginar: há entidades que cuidam disso e atendem pelo nome de Irmãs do Destino.

    O enredo não tem profundidade e nem pretende ser uma aula de mitologia grega, mas sim uma ficção com alguns dos personagens mais conhecidos pela civilização ocidental. Desta vez, a história não está focada no protagonista, mas na batalha entre os titãs e os deuses. Tudo regado com muito sangue, é claro.

    Davi e Golias

    David Jaffe já contou que não gosta muito de cenas não-interativas e, de fato, "God of War" tinha apenas o mínimo necessário desse recurso. Na continuação, há mais cenas assim, mas há um esforço muito grande para contar a história através do game em si. No início, Kratos é um deus e, sendo assim, começa com os poderes no nível máximo. Mas isso é só para dar o gostinho de sair estraçalhando tudo, pois em pouco tempo tudo isso fica para trás e ele terá de começar por baixo.

    Como no primeiro game, a primeira fase funciona como cartão de visitas: tudo nela é calculada para causar a melhor impressão possível. Por isso, é uma seqüência de ação com adrenalina a mil: no caso, Kratos é perseguido por uma estátua gigante que ganha vida, o colosso de Rodes. Tem-se início uma alternância entre os combates ordinários e as batalhas contra o chefe, que não basta apenas bater, mas buscar o procedimento certo, como usar elementos do cenário, por exemplo. E aqui é o momento ideal para o minigame de pressionar os botões como aparecem na tela, concomitante com a seqüência de ação que rivalizam com filmes de Hollywood.

    Passado esse primeiro momento de tirar o fôlego, é hora de ficar um pouco mais relaxado (e isso inclui o minigame erótico que está virando marca registrada da série), intercalando com cenas de exploração e quebra-cabeça, até quando surgir um novo chefe, que estão mais numerosos e variados: nem todos são gigantes, mas nem por isso deixam de ser fáceis. É sempre necessário rachar um pouco a cabeça para "sacar" a ação que tira a energia dos chefes. Enfim, parece que cada desafio pipoca na hora certa.

    Os quebra-cabeças não são muitos: apenas suficientes para dar mais variedade, mas sem deixar cair muito o ritmo. A maioria é bastante simples, mas alguns podem exigem atenção. Porém, o mais difícil é conseguir achar ou alcançar os itens secretos. Eles não são obrigatórios (ou podem ser, dependendo do nível de dificuldade), mas facilitam muito a sua jornada. É um sistema relativamente amigável para novatos e recompensa aqueles que se dedicam mais.

    Máquina espartana de retaliação

    Os combates continuam fluidos e brutais como antes. Muitos dos golpes são herdados, mas há uma série de movimentos novos. Eles não mudam muito a maneira de jogar, mas que é um prazer para os olhos, isso é; em geral, os ataques parecem mais "irados". As batalhas também contemplam tanto novatos como experts: é possível avançar usando apenas um botão (menos contra os chefes), mas a eficiência aumenta quando se utiliza "combos" sofisticados.

    A violência é desmedida e indubitavelmente constitui numa das atrações do game. Degolar a cabeça, desmembrar, arrancar olhos de ciclopes e enfiar a espada goela abaixo são algumas das ações brutais do anti-herói. E o show de carnificina fica mais radical contra os chefes. A representação gráfica de tais atos pode ser um choque, mas é amenizado pelo fato dos inimigos serem horrendos monstros sem escrúpulos.

    Kratos tem novas armas a sua disposição, mas a exemplo do antecessor, a mais equilibrada e melhor em termos gerais é mesmo a inicial: as lâminas de Atenas. O sistema de melhoramento é idêntico: deposita-se almas vermelhas na arma desejada, que assim fica mais forte e libera novos movimentos. As magias também causam bastante estrago e cada vez que se ganha uma nova, a anterior fica um tanto ultrapassada.

    Pequenos ajustes fizeram o game ficar ainda mais ágil. Agora, Kratos pode descer mais rápido quando estiver escalando uma parede, além de mover os objetos com mais rapidez e poder chutá-los mais longe. Outra novidade está nas partes em que o ex-deus usa sua corrente para se dependurar em certos locais e uma fase de vôo, montado num pégaso, bastante divertida.

    Aventura retumbante

    Não há como expressar a aventura de "God of War" sem usar a palavra épico. Os cenários são grandiloqüentes e traz novamente uma direção de arte soberba, misturando elementos da arquitetura clássica grega com a natureza imponente do mediterrâneo (ou o mundo imaginário da mitologia, como o inferno de Hades). Há mais tipos de ambientes como uma floresta e montanhas geladas (que traz um belo efeito de nevasca). Muitas vezes, os inimigos se confundem com o ambiente, já que alguns são enormes, como é o caso dos titãs e do colosso de Rodes.

    Se não fosse a resolução padrão do PlayStation 2, "God of War II" poderia se passar por um game para PlayStation 3. Trata-se de uma realização técnica impressionante (aliada a já propalada qualidade artística), com muitos detalhes e efeitos, além de animar incrivelmente inimigos gigantes. A continuação ganha principalmente em atmosfera, mostrando partículas suspensas e efeitos de luz.

    Em termos de design de personagens, nota-se claramente que há uma diferença de tratamentos entre "bonecos" masculinos e femininos. Enquanto Atenas e as mulheres da casa de banho são extremamente bem-feitas e polidas, Zeus e seus congêneres parecem um pouco toscos, apesar de isso acentuar sua rusticidade.

    A aventura de Kratos tem um tamanho considerável: em torno de 15 horas. E o replay é definitivamente convidativo, pois grande parte dos extras só é aberta na dificuldade mais alta. O game traz um novo "Challenge of the Gods", que consiste em lutar numa arena com uma série de inimigos. Agora, é possível salvar cada fase (são sete no total). Passar de estágio não é tão difícil, mas o grande desafio é conseguir o melhor rank, e, conseqüentemente, liberar os melhores extras. Por falar nisso, há um DVD inteirinho somente com o "making of" do jogo.

    O som continua magistral. O estilo da trilha musical ecoa o aspecto épico: todas as peças são orquestradas, às vezes rápidas e intensas, outras, mais calmas, sempre de acordo com a situação. Nos momentos de clímax, entra o inevitável coral, e isso quase sempre funciona. A dublagem também é excelente: os atores que cederam vozes para Kratos, Atenas e Zeus, por exemplo, fazem um trabalho impecável. No entanto, Michael Clarke Duncam (o Rei do Crime em "O Demolidor"), por exemplo, não fazem jus à fama.

    Mais do excelente mesmo

    "God of War II" é basicamente uma extensão do primeiro jogo. Isso quer dizer que continua excelente e ainda foi melhorado onde possível, principalmente na dimensão e intensidade da aventura. Não é o suficiente para compensar a perda de impacto - afinal o mesmo "truque" não funciona tão bem numa segunda vez -, mas o saldo ainda é muito positivo. Com uma produção primorosa, o título só não deve agradar quem não é afeito à ação e violência. É a melhor despedida que a série poderia ter no PlayStation 2.




    PS: simplismente god of war.

    10:13 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO:

    Quinta-feira, Janeiro 01, 2009

    felizzzzzzz 2009

    11:21 PM

    RABISCADO POR: MR.LEANDRÃO

     

     DEIXE DEU RECADO: